Documento legal
Termos de Uso
As regras de uso da plataforma Combinas, para quem abre uma loja e para quem compra em uma.
Versão em vigor desde .
Identificação da controladora pendente. A razão social, o CNPJ, o endereço e o encarregado de proteção de dados serão publicados aqui assim que a empresa estiver constituída. Até então, os pedidos sobre dados pessoais são recebidos pela página de contato.
1.O que este documento rege
A Combinas é uma plataforma que permite a uma marca de moda publicar a própria loja online, com provador virtual por inteligência artificial. Cada loja fica no próprio endereço, com catálogo, identidade visual e clientes independentes.
Estes Termos valem para todo mundo que usa a plataforma, em qualquer papel: quem abre e administra uma loja, quem trabalha nela, e quem compra em alguma delas. Usar a Combinas significa concordar com o que está escrito aqui.
2.Duas relações diferentes, e por que isso importa
Quase toda dúvida sobre responsabilidade se resolve entendendo que existem duas relações separadas dentro da plataforma:
- Combinas e lojista: a Combinas fornece a plataforma, e a lojista paga por isso. É a relação de assinatura, com plano, franquia de provas e cobrança.
- Loja e cliente: quem vende a peça é a loja, não a Combinas. O contrato de compra e venda é entre a cliente e a marca, e é a marca que responde pelo produto, pelo preço, pela entrega e pela troca.
A Combinas fornece a vitrine. Quem vende é a loja.
3.Sua conta
Para usar a plataforma é preciso uma conta, criada com nome, e-mail e senha, ou entrando com o Google. Os dados informados precisam ser verdadeiros e atualizados.
A senha é sua responsabilidade, e o que acontece na conta é tratado como feito por você. Se desconfiar que alguém entrou nela, troque a senha e avise a Combinas.
Quem administra uma loja confirma o acesso com um código enviado por e-mail. É uma exigência da plataforma, não uma opção, porque uma conta de lojista dá acesso ao catálogo, aos pedidos e aos dados das clientes dela.
4.Planos, franquia de provas e cobrança
A loja escolhe um plano ao ser criada. O plano define quantas provas virtuais a loja tem por período, quantas cada cliente pode fazer, e quais recursos de personalização ficam disponíveis. Os valores e os limites de cada plano estão na página de planos.
A franquia de provas existe porque cada prova virtual custa processamento de verdade. Ao atingir o limite do período, novas provas são recusadas até a virada, e o painel mostra quanto já foi usado.
Enquanto a cobrança automática não estiver ativa, criar uma loja não gera cobrança nenhuma. Quando ela entrar no ar, ninguém é cobrado sem ser avisado antes.
5.O que a loja publica
A lojista é responsável por tudo que publica: fotos, descrições, preços, estoque e páginas institucionais. Ao subir uma imagem, ela declara ter o direito de usá-la.
Não é permitido usar a plataforma para:
- vender o que a lei proíbe, ou o que exige licença que a loja não tem;
- publicar conteúdo de terceiros sem autorização;
- publicar imagem de pessoa sem o consentimento dela, o que inclui usar a foto de uma cliente fora da prova que ela mesma pediu;
- anunciar preço ou condição que a loja não pretende cumprir;
- tentar contornar limites técnicos da plataforma, incluindo a franquia de provas.
6.O provador virtual
O provador gera uma imagem de como a peça ficaria em quem enviou a foto. É uma simulação produzida por um modelo de inteligência artificial, e o resultado é uma aproximação visual.
O que ele não é: uma medição, uma prova de caimento, nem garantia de que a peça vai servir. Cor, textura, comprimento e ajuste podem sair diferentes do real. A decisão de compra continua sendo da cliente, com o direito de troca e de arrependimento que a lei dá.
Para provar, é preciso enviar uma foto sua. Como essa foto é tratada, para onde ela vai e por quanto tempo fica está na Política de Privacidade, que vale a pena ler antes da primeira prova.
7.Compras na vitrine
O pedido é feito à loja. É a loja que confirma, separa, emite documento fiscal, entrega e atende no pós-venda. Prazo, frete, forma de pagamento e política de troca são definidos por ela.
A Combinas processa o pedido tecnicamente e não é parte da compra. Um problema com o produto ou com a entrega se resolve com a loja, pelos canais de atendimento que ela publica na própria vitrine.
8.Conteúdo e propriedade
A marca, o software e o design da plataforma são da Combinas. Nada aqui transfere isso para quem usa o serviço.
O conteúdo da loja continua sendo da lojista. A Combinas recebe apenas a autorização necessária para exibi-lo, armazená-lo e processá-lo, o que inclui gerar as imagens de prova e as recomendações de look a partir das fotos do catálogo.
9.Suspensão e encerramento
A conta ou a loja podem ser suspensas quando houver descumprimento destes Termos, uso que ameace a segurança da plataforma, ou ordem judicial. Sempre que for possível avisar antes, a Combinas avisa.
A lojista pode encerrar a loja quando quiser. A Combinas pode encerrar o serviço avisando com antecedência razoável, e nesse caso a lojista tem prazo para extrair os dados dela.
10.Limites de responsabilidade
A plataforma é fornecida no estado em que está, com o cuidado técnico que se espera de um serviço desse tipo, mas sem promessa de funcionamento ininterrupto. Manutenção, falha de terceiro e instabilidade de rede acontecem.
A Combinas não responde pelo produto vendido pela loja, pelo conteúdo que a loja publica, nem por decisão tomada a partir de uma imagem de prova. Nada nesta seção afasta os direitos que o Código de Defesa do Consumidor garante a quem compra.
11.Mudanças nestes Termos
Este texto pode mudar. Cada versão tem data, e a data em vigor aparece no rodapé desta página. Quando a mudança for relevante, quem tem conta é avisado por e-mail ou no próprio painel antes de ela passar a valer.
A Combinas guarda o registro de qual versão cada pessoa aceitou, e quando. Continuar usando a plataforma depois de uma mudança avisada significa concordar com a versão nova.
12.Lei aplicável
Estes Termos seguem a lei brasileira. Questões de consumo podem ser levadas ao foro do domicílio de quem compra, como o Código de Defesa do Consumidor prevê.